2 de novembro de 2017

O Brasil não precisa da ideologia de gênero

O debate sobre a ideologia de gênero têm se prolongado nas redes sociais e se acirra à medida que se aproxima a vinda de, Judith Butler, ao Brasil. Diz o ditado que a porta da rua é serventia da casa. Mas você já parou para pensar quem abre a porta da sua casa para que o indesejável entre? Essa ideologia, sem qualquer comprovação científica, só entra em nosso País se deixarmos. 

A ideologia de gênero foi retirada dos planos nacionais de educação em 2014 e o debate persiste. O que ela prega? Que o gênero, na verdade, os sexos feminino e masculino são culturalmente construídos. Isso não é verdade. 

Sexo é biológico, nascemos fêmeas e machos, de acordo com determinações de nossos cromossomos. E isso não se pode mudar, assim como ninguém pode tirar de si a herança genética de sua mãe ou de seu pai, ainda que não tenham sido criados e amados pelas mães e pais biológicos. 

Há diferenças biológicas, genéticas entre mulheres e homens, e isso não se pode negar. Essas diferenças biológicas implicam, necessariamente, em diferenças comportamentais, psicológicas, cognitivas, o que deveria ser mais do que natural, verdade? 

Somos mamíferos e ainda que uma mulher opte por não amamentar seu filho depois de seu nascimento, essa característica não muda. Ainda que não tenhamos sido amamentados por nossas mães ou amas após o nascimento, seguiremos mamíferos, e nos parece que todos concordariam com isso. A distinção sexual entre mulheres e homens é base das sociedades, pois dela vem a constituição das famílias, a noção de reprodução. 

Veja esse documentário norueguês, em que o apresentador conversa com cientistas que pesquisam características biológicas relacionadas aos sexos feminino e masculino e com teóricos do gênero https://www.youtube.com/watch?v=G0J9KZVB9FM. Há estudos feitos em diversas nações, em culturas totalmente diferentes, que mostram traços bastante semelhantes no comportamento de homens e mulheres, apontando para padrões biológicos. 

Sim, há pessoas que não se identificam, não se encaixam nesses padrões e, como qualquer ser humano, como qualquer outro ser, devem ser respeitadas em sua individualidade e dignidade. Sim precisamos avançar em respeito e aceitação, mas para que isso seja feito não é preciso retirar a noção de gênero, de sexo feminino e masculino da sociedade. Não eliminamos a matemática do mundo por que as pessoas têm problemas com essa matéria. E a matemática, tanto quanto o sexo, o gênero, são essenciais para a formação das sociedades.

É gritante a fragilidade da mentalidade brasileira, que aceita de forma passiva tudo o que lhe se tenta vender com um marketing bem construído - nesse caso, um falso rótulo de igualdade e de respeito à diversidade. Como podemos aceitar que queiram fazer com nossas crianças uma experiência cruel, que retira delas parâmetros básicos do seu ser? Isso é gravíssimo é uma violência impensável! 

Do ponto de vista psicológico, criar uma criança sem noções de gênero poderia trazer danos irreparáveis para seu desenvolvimento emocional.

O que essa senhora, sua ideologia e seus apoiadores propõem, citando novamente a matemática, é como eliminar as noções de círculo e quadrado, que desde tempos imemoriais são relacionados ao feminino e ao masculino. Tente fazer algo sem os dois. Não dá, é impossível. Não há forma, não há ordem sem círculos e quadrados. 

O mais bonito é que a existência de círculos e quadrados não impede a existência de hexágonos, losangos, retângulos, triângulos. Ao contrário, é a partir da existência de círculos e quadrados que outras formas são criadas. Eles são a base de todas as outras formas e elas não existiriam não fosse por eles, qualquer matemático pode explicar isso. Do mesmo modo, não há vida sem mulheres e sem homens, qualquer biólogo pode explicar isso também. 

Fora da essência do ser, não há ser, e onde não há ser, há apenas dominação. Humanos sem parâmetros, com mentalidades fracas, que não sabem quem são, tornam-se altamente manipuláveis e essa é a essência maligna por trás da ideologia de gênero. 

Essa é uma ideologia financiada e alinhada politicamente a partidos e políticos que defendem a supremacia do estado. No Brasil, essa é uma perspectiva adotada pela esquerda, por partidos que querem tomar ou retomar o poder a qualquer preço a fim de construir ou levar adiante seus planos totalitários. 

Regimes totalitários têm uma marca comum: sua base é o enfraquecimento do ser humano, a fragilização da família e de toda a estrutura social. Nosso país passa por um momento delicado e deixar que essas ideologias totalitárias ganhem espaço em nossa sociedade já tão fragilizada é aterrorizante. 

A paz, o respeito e o equilíbrio começam dentro de nossas casas. Que saibamos fechar as portas àqueles que buscam entrar em nossos lares para trazer apenas desordem, caos, dissolução. É nossa a responsabilidade, nesse momento, de escolher o que fazer. E as consequências que teremos, estão diretamente ligadas às escolhas que fazemos. São a sua medida exata. 


Nesse momento, o que nosso país e o mundo mais precisam é de paz, de equilíbrio, de respeito. Se é isso realmente o que desejamos, a ideologia de gênero e sua idealizadora não podem entrar, pois não há paz e harmonia possíveis para quem escolhe o caos e a desordem. Que possamos abrir os olhos para a verdade por trás das máscaras de ideologias obscuras e perversas, cujo resultado seria nefasto para nossas crianças, para nossa sociedade e para o futuro do Brasil.

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